quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Os genes são do caraças

O Tomás anda há 2 dias com um CD com um jogo, de nossa casa, para casa da avó e vice-versa. Hoje, depois do jantar perguntou pelo jogo. Procurei em todos os sacos que trouxe de casa da avó e, não encontrei; fui ao carro ver se teria caído entre os bancos e, nada; ele ligou à avó a perguntar se lá tinha ficado e a avó disse que lho tinha dado à saída de casa e que tinha que estar no carro. Voltamos ao carro e, finalmente encontrei o malfadado CD, escondido pelos cintos da cadeira. Ele, todo contente, entra com o CD em casa, vai ao armário dos sapatos, descalça-se e corre até ao escritório para o pai lhe gravar o jogo. Chega lá e percebe que já não tem o CD, outra vez. Volta atrás e pergunta-me por ele. Eu, já exasperada, pergunto-lhe onde é que esteve antes de ter ido para o escritório e, depois de ter encontrado o CD. Foi para a sapateira procurar o CD. E, só o encontrou, quando eu lhe disse, apesar de estar quase, quase, em cima do dito cujo! Com isto tudo, só me apraz dizer uma coisa: este rapaz é igualzinho à mãe: só não perde a cabeça porque anda agarrada ao corpo!

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